No último dia 21 de março, foi entregue ao reitor Vahan Agopyan o relatório final do trabalho empreendido pela Comissão da Verdade da USP. Composto de dez volumes, o material traz relatos e documentos que esclarecem fatos ocorridos de 1964 a 1985 no âmbito da Universidade de São Paulo.
O Arquivo Geral da USP sediou os trabalhos da Comissão, cedendo seu espaço para entrevistas e reuniões, e facultando a consulta à documentação produzida na USP utilizada para reconstituição desse período da nossa história.
O relatório final está disponível, na íntegra, no seguinte endereço:https://goo.gl/pz8b59
O Simpósio Temático “Acervos Musicais Brasileiros”, do XXVIII Congresso da ANPPOM, reunirá comunicações relacionadas ao levantamento, salvaguarda, tratamento, difusão do conteúdo e pesquisas relacionadas aos acervos musicais do país, bem como ao levantamento do estado atual das pesquisas e da realidade brasileira referente ao patrimônio arquivístico-musical e histórico-musical brasileiro. Interessam particularmente, para este Simpósio Temático, a estrutura política para a proteção do patrimônio musical (legislação federal, estaduais e municipais, regulamentos e normativas institucionais, etc.), o conhecimento disponível sobre a existência, conteúdo e abertura à pesquisa dos acervos musicais brasileiros, os projetos específicos de conservação, catalogação, edição e difusão já realizados, planejados ou em andamento, o conhecimento nacional e internacional acumulado sobre a gestão de acervos musicais correntes e históricos, as interfaces com a história oral e outras narratividades, e o desenvolvimento da metodologia para essas tarefas, considerando-se que acervos musicais – sejam eles de instituições de interpretação e difusão musical (orquestras, coros, bandas, conjuntos, rádios, TVs, etc.), instituições de ensino e pesquisa, bibliotecas, arquivos, centros de documentação e arquivos pessoais – incluem fontes de representação musical gráfica (partituras e partes, impressas, manuscritas e virtuais), gravações (discos de 78, 45 ou 33 rotações, fitas de rolo ou cassete, arquivos digitais, etc.), documentos diversos (cartas, contratos, certificados, documentos oficiais, fotografias, manuscritos de pesquisa, etc.), recortes ou números completos de jornais e revistas, programas, folhetos, textos e outros. Além da apresentação e discussão das comunicações sobre o assunto, o objetivo geral deste Simpósio Temático é o estímulo ao desenvolvimento das ações de salvaguarda, difusão e abertura à consulta dos acervos musicais brasileiros, repositórios que permitem o subsídio concreto da pesquisa sobre a memória e o patrimônio arquivístico-musical e histórico-musical brasileiro, portanto realizada a partir da realidade expressa nas fontes musicais e não apenas a partir das narrativas deixadas por cronistas e historiadores.
Chamada de trabalhos e demais documentos referentes ao congresso: http://anppom.com.br/congressos-anppom-e-anais/
Link para submissões: http://www.anppom.com.br/congre…/index.php/28anppom/28anppom
Acesse a LOJA da Associação de Arquivistas de São Paulo e veja os títulos à venda.
Em breve, lançamento do livro “Existir em bits: arquivos pessoais nato-digitais e seus desafios à teoria arquivística”, de Jorge Phelipe Lira de Abreu, publicado pela ARQ-SP.
LOCAL: Centro de Apoio à Pesquisa em História “Sérgio Buarque de Holanda” – Departamento de História da FFLCH-USP. R. Professor Lineu Prestes, 338, Térreo, Cidade Universitária, São Paulo – SP. (Como chegar)
DOCENTE:Ana Célia Rodrigues. Professora do curso de Arquivologia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre (2003) e doutora (2008) em História Social pela USP, com pós-doutorado pela USP/Universidade Carlos III de Madrid (2013-2015). Especialista em Organização de Arquivos pelo IEB-USP (1992) e pela Escuela Nacional de Archiveros do Peru/OEA (1993). Tem experiência profissional em arquivos municipais e como consultora em projetos de gestão de documentos junto a entidades públicas e privadas. Coordena o grupo de pesquisa “Gênese Documental Arquivística”, certificado pelo CNPq. (Veja o currículo completo)
OBJETIVOS: Conhecer e aplicar os procedimentos metodológicos para identificar, organizar e disponibilizar documentos acumulados em arquivos.
PROGRAMA:
Documentos acumulados nos arquivos: por onde iniciar o tratamento técnico
Identificação: como reconhecer o documento de arquivo e seu órgão produtor?
Identificação: a importância do estudo do órgão produtor e da tipologia documental.
Classificação: como representar o contexto de produção dos documentos?
Descrição: como recuperar documentos e informações nos arquivos?
(*) Para ter direito ao desconto, os associados devem enviar cópia do comprovante de pagamento da anuidade vigente ou solicitar boleto para pagamento, pelo e-mail diretoria@arqsp.org.br.
(**) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição, é preciso enviar cópia de atestado de matrícula para o e-mail diretoria@arqsp.org.br.
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Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja da ARQ-SP online. Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito (com opções de parcelamento).
VAGAS LIMITADAS!
SERÁ CONFERIDO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO
A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ CONDICIONADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO
INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:
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Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.
CAMINHOS POSSÍVEIS A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DA PINACOTECA DO ESTADO
com Isabel Ayres Maringelli e Charlley Luz
A atividade abordará, por meio de exemplos práticos, o processo de definição de políticas de preservação digital, como a que foi elaborada para a Pinacoteca de São Paulo. Traz, ainda, metodologia de elaboração de políticas de preservação.
Conheça os palestrantes:
Isabel Ayres Maringelli é mestre em Ciência da Informação pela USP (2016), Especialista em “Bens Culturais: Economia e Gestão” pela FGV (2009). É bibliotecária, formada pela FESP-SP (1993). Coordena a Biblioteca Walter Wey e o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo e leciona no curso de Graduação de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESP-SP.
Charlley Luz é arquivista formado pela UFRGS (2006), especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Informação (FESP-SP) e mestre em Ciência da Informação pela USP (2016). É sócio-fundador da Feed Consultoria e leciona no curso de pós-graduação em Gestão Arquivística da FESP-SP.
Quando? 8 de março de 2018, às 14 horas.
Onde?Auditório Safra da Biblioteca da Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA-USP). Av. Professor Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo-SP. Clique aqui para ver como chegar!
Atenção: Esta é uma atividade gratuita e as vagas são limitadas. Evite fazer sua inscrição se não estiver seguro de seu interesse ou se não tiver certeza de que terá condições de comparecer. Assim você contribui para que outros interessados não fiquem sem vaga! 😉
O que esperar de 2018? O cenário arquivístico brasileiro nunca esteve tão sombrio…
No comando do Arquivo Nacional, depois da desastrada passagem de José Ricardo Marques, hoje condenado pela prática de atos de improbidade administrativa, temos agora outro fruto de barganha política: Carolina Chaves de Azevedo, cuja mãe trabalha no gabinete da deputada Cristiane Brasil, recém-nomeada (mas não empossada) ministra do Trabalho. Vale a pena conferir a matéria publicada no jornal O Globo, para tentar entender os mecanismos do toma-lá-dá-cá que vêm sendo adotados:
O Arquivo do Estado de São Paulo também tem sido alvo de barganhas similares. Um andar inteiro e metade de outro de seu edifício abrigam hoje, em lugar de documentos, a Corregedoria Geral de Administração e a Ouvidoria do Estado de São Paulo. É bom lembrar, além disso, que o Arquivo foi transformado em valhacouto desde 2016, quando Fernando Padula Novaes, apesar de estar na mira da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual, assumiu o cargo de coordenador. A situação é bem mais grave agora; tornou-se indiciado no processo que apura a corrupção ligada à merenda escolar. Recente matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo dá mais detalhes sobre o fato, oferecendo, inclusive, cópia integral da denúncia:
A recente extinção dos cargos de arquivista e técnico de/em arquivo na administração pública federal, por força do decreto n. 9.262, de 9 de janeiro do corrente, é sinal de que não se reconhece a importância desses profissionais. O argumento financeiro não justifica tal medida. O mesmo poderíamos falar sobre o CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, ao dispensar Dulce Pandolfi e Luciana Heymann sob a alegação de economia: demitir Luciana Heymann, por exemplo, às vésperas de um pedido de demissão em razão de seu ingresso na Fiocruz, onde foi aprovada por concurso, seria bom negócio para a FGV?
Este ano será, sem dúvida, de muita luta. Devemos ficar atentos aos favorecimentos espúrios e às iniciativas que atendem a determinados interesses, como os das empresas de digitalização. Os arquivos não podem mais se prestar a acordos políticos de conveniência, sendo nosso dever denunciá-los e combatê-los. Nossa área precisa ser fortalecida e dignificada: ignorar a missão dos arquivos e desvalorizar os profissionais que deles se ocupam é, afinal, um desserviço à sociedade, à democracia e à história.
A Associação de Arquivistas de São Paulo lança nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro, durante o II Encontro “Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas” o e-book de título homônimo, resultado da reunião dos trabalhos apresentados no I Encontro, realizado em 2015.
Para conhecer o livro, volume 4 da Série Eventus, acesse a guia “Biblioteca Digital” no site da ARQ-SP ou clique no link a seguir:
Abrindo a programação do II Encontro “Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas”, a ARQ-SP promove a
Oficina Especial
ARQUIVOS DE ARTISTAS
com Ana Maria de Almeida Camargo e Silvana Goulart
Sobre as professoras: Ana Maria de Almeida Camargo é professora do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo, no qual orienta pesquisas de mestrado, doutorado e supervisiona projetos de pós-doutorado. Silvana Goulart é mestre em História pela Universidade de São Paulo e dedica-se à consultoria, gestão de acervos e projetos culturais. Juntas, Ana Maria Camargo e Silvana Goulart publicaram Centros de Memória: uma proposta de definição (Sesc Edições, 2015) e Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais (Instituto Fernando Henrique Cardoso, 2007).
Objetivo: Apresentar metodologia que permite, a partir de abordagem contextual, descrever os documentos de um arquivo pessoal de artista e, simultaneamente, preparar as bases paraoutros subprodutos: uma cronologia da trajetória do titular, o catálogo raisonné de sua obra e a fortuna crítica que a acompanhou ao longo do tempo.
Metodologia: A oficina envolverá a discussão de princípios, conceitos e procedimentos da área arquivística, utilizando exemplos dos acervos do Instituto de Arte Wesley Duke Lee e da Pinacoteca do Estado, entre outros.
Público-alvo: Profissionais de arquivos, centros de memória, museus e bibliotecas, estudantes e demais interessados.
Data: 6 de dezembro de 2017, das 10:00 às 17:00
Local: Auditório da Pina Estação (Estação Pinacoteca). Largo General Osório, 66, Luz, São Paulo. Próximo às estações Luz, do metrô, e Júlio Prestes, da CPTM.
INVESTIMENTO
Pacote especial: Inscrição no II Encontro “Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas” e na oficina
Desconto de 15% para inscrição nas duas atividades. Para conhecer a programação completa do evento, conferir o valor especial e fazer a sua inscrição combinada no Encontro e na Oficina, clique aqui.
Para fazer a sua inscrição apenas na oficina, acesse a loja da ARQ-SP (observe as instruções no final desta página)
(*) Para ter direito ao desconto, os associados devem enviar cópia do comprovante de pagamento da anuidade vigente ou solicitar boleto para pagamento, pelo e-mail diretoria@arqsp.org.br
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VAGAS LIMITADAS!
SERÃO CONFERIDOS CERTIFICADOS DE PARTICIPAÇÃO
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Um resgate do serviço de documentação da USP e outras histórias
com Johanna W. Smit
Resgate – a partir de documentos arquivísticos – das idas e vindas da constituição de um serviço de documentação que tinha, dentre suas atribuições, a produção de microfilmes e documentos audiovisuais como suporte ao ensino e à pesquisa. Esta história atravessa outra, a saber: a constituição do curso de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP, com ênfase em duas personalidades essenciais para seu desenlace: Maria Luíza Monteiro da Cunha e Guelfo Oscar Oswaldo Campiglia.
Sobre a palestrante: Johanna Smit é graduada em Biblioteconomia pela ECA/USP, com mestrado e doutorado obtidos na França. Foi docente do Departamento de Informação e Cultura da ECA/USP (anteriormente denominado Departamento de Biblioteconomia e Documentação) entre 1981 e 2015, tendo atuado tanto na graduação e pós-graduação, e também na área administrativa da Universidade, ao coordenar várias avaliações da área de Ciência da Informação na CAPES e ao dirigir o Arquivo Geral da USP entre 2005 e 2013, quando se aposentou.
Quando: 30 de novembro de 2017, às 10h.
Onde: Arquivo Geral da USP. R. Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo, SP (travessa da Av. Prof. Lineu Prestes, altura do Instituto de Ciências Biomédicas ICB-4).