Atendendo à solicitação da Diretoria do SINBIESP-SP (Sindicato dos Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas, Cientistas da Informação, Historiadores, Museólogos, Auxiliares de Biblioteca e de Centros de Documentação no Estado de São Paulo), a Associação de Arquivistas de São Paulo divulga a convocatória para Assembleia híbrida (on-line apenas para quem morar fora da capital), que será realizada no próximo dia 30 de julho de 2026, às 15 horas.
A Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, promove a quebra de paradigma para a sociedade e alteração na relação de equilíbrio entre o indivíduo e uma organização, seja ela pública ou privada.
Visando ao preparo dos profissionais fundamentais no processo de implantação da LGPD em suas respectivas organizações, sejam públicas ou privadas, a Associação de Arquivistas de São Paulo solicitou à Profª Dra. Lenora Schwaitzer a elaboração de três cursos sobre o tema, que terão aulas online, ao vivo e interativas.As aulas não serão gravadas.
Datas: 14, 21 e 28 de maio, e 4 de junho de 2021 (sextas-feiras).
Horário: das 14 às 18 horas.
Docente: Lenora Schwaitzer. Membro da Associação Nacional de Profissionais de Proteção de Dados – ANPPD. Doutora em História, Política e Bens Culturais pelo CPDOC/FGV, possui mestrado em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo CPDOC, mestrado em Justiça Administrativa na subárea de Ciência da Informação pela UFF, especialização em Política de Informação e Organização do Conhecimento pela UFRJ, e graduação em Direito (1988), Arquivologia (2014) e Biblioteconomia (2016), todas pela UFF.
PROGRAMAÇÃO
Curso 1 – LGPD: fundamentos e aplicabilidade (8 horas)
Datas/horários: dias 14 e 21 de maio, das 14 às 18 horas.
Base histórica;
Incidência;
Dados pessoais e dados pessoais sensíveis;
Abrangência do tratamento de dados;
Direitos do titular dos dados;
Agentes de tratamento;
Fiscalização e penalidades;
Segurança e boas práticas.
Curso 2 – LGPD NA PRÁTICA: Arquivos correntes e intermediário (4 horas)
Data/horário: dia 28 de maio, das 14 às 18 horas.
Importância das funções de identificação, classificação e descrição;
LGPD e:
Judiciário;
Ensino;
Saúde;
Órgãos da Administração Pública.
Curso 3 – LGPD NA PRÁTICA: Arquivos permanentes (4 horas)
Data/horário: dia 4 de junho, das 14 às 18 horas.
Responsabilidade das instituições arquivísticas;
Direito ao esquecimento;
Interesse público x interesse individual;
Critérios para reconhecimento do interesse público.
Plataforma: Google Meet.
Público-alvo: arquivistas, bibliotecários, profissionais da gestão de documentos, profissionais da gestão de arquivos permanentes, estudantes e interessados em geral.
INVESTIMENTO: (inscrições ENCERRADAS para curso 1 e pacotes: cursos 1, 2 e 3; cursos 1 e 2; cursos 1 e 3 )
As inscrições para os cursos 2 e 3 (individualmente ou pacote) estão abertas. Inscrições para pacotes: cursos@arqsp.or.br
Inscrições para o curso 2 ou para o curso 3 – diretamente na loja da ARQ-SP.
CURSO 1 (Valores por pessoa e por curso) – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
ASSOCIADO ARQ-SP
VALOR
Profissional:
R$80,00
Aluno de Pós-graduação:
R$60,00
Estudante (graduação/curso técnico)
R$40,00
ASSOCIAÇÕES CONVENIADAS
VALOR
Profissional:
R$90,00
Aluno de Pós-graduação:
R$67,50
Estudante (graduação/curso técnico)
R$45,00
NÃO ASSOCIADO
VALOR
Profissional:
R$100,00
Aluno de Pós-graduação:
R$75,00
Estudante (graduação/curso técnico)
R$50,00
CURSO 2 / CURSO 3 (Valores por pessoa e por curso)
É obrigatório o envio de comprovante de matrícula referente ao primeiro semestre de 2021 para alunos de pós-graduação e estudantes. O comprovante deverá ser enviado para o e-mail cursos@arqsp.org.br
Filiados das associações conveniadas deverão solicitar à Diretoria da ARQ-SP, por e-mail (diretoria@arqsp.org.br), o modelo da declaração de vínculo associativo antes de efetuar o pagamento de sua inscrição.
Pessoa Jurídica: a inscrição de seus funcionários deverá ser realizada somente por e-mail (secretaria@arqsp.org.br). Para pagamentos feitos por PJ só existe a modalidade Profissional.
O link de acesso à sala de aula virtual será enviado por e-mail ao aluno um dia antes do início do curso.
INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:
Cadastre-se no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (https://arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
Saia do sistema para validar os dados.
Acesse a LOJA da ARQ-SP, clique em CURSOS, e depois na opção adequada, de acordo com a categoria correta.
Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
“Estudantes” devem anexar o comprovante de matrícula no sistema durante o processo de inscrição.
Arquivos e bibliotecas foram, são e continuarão sendo um espaço de interesse daqueles que detêm o poder. A palestrante pretende promover uma reflexão sobre alguns momentos da História em que documentos – primários ou secundários – foram usados como instrumentos de jugo, censura e aniquilamento de ideias, concepções e juízos.
Palestrante: BÁRBARA JÚLIA MENEZELLO LEITÃO possui graduação em Biblioteconomia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, especialização em Organização de Arquivos pela UNICAMP, mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Foi Diretora do Serviço de Biblioteca e Documentação da ECA/USP (1996-2006), respondeu pela Assistência Técnica Administrativa da mesma Escola (2006-2013) e, desde agosto de 2013, exerce a Chefia Técnica de Divisão do Arquivo Geral da USP.
Quando: 18 de junho de 2019, às 14:00
Onde: Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo – SP.
A Associação de Arquivistas de São Paulo lamenta profundamente o trágico incêndio que destruiu o Museu Nacional na noite de hoje, 2 de setembro de 2018, e se solidariza com os museólogos, antropólogos, arqueólogos, historiadores, pesquisadores, técnicos e demais funcionários, que dedicaram grande parte de suas vidas ao tratamento, à conservação, à descrição e à difusão do acervo do Museu Nacional.
Inconformada com essa tragédia, anunciada já há alguns anos, a ARQ-SP espera que os governos, federal e estaduais, repensem suas políticas públicas voltadas para a cultura, para a preservação do patrimônio histórico nacional – edificado e documental -, e consequentemente, para a preservação da memória nacional.
Após intensa mobilização da sociedade em apoio à Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, atendimento ao público será retomado parcialmente na próxima segunda-feira (30).
Após reunião realizada entre a direção do Centro de Memória – Unicamp e a Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), foi apresentada uma solução para viabilizar a reabertura da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, que suspendeu o atendimento ao público na última segunda feira (23) por conta da aposentadoria das duas bibliotecárias que vinham se revezando nas atividades do setor.
A Administração Central da Universidade informou que irá realizar o deslocamento de um bibliotecário vinculado à Biblioteca Central para trabalhar meio período junto ao acervo bibliográfico do Centro de Memória. Segundo a Reitoria, o servidor assumirá a função a partir da próxima segunda-feira (30), inicialmente no período da tarde.
Apesar de não ser uma solução definitiva para a Biblioteca do CMU, a coordenadora associada da Biblioteca Central, Valéria Martins, explicou que o bibliotecário dará expediente inicialmente à tarde, por ser o período de maior procura pelo acervo. “Entretanto, nós vamos avaliar se esse realmente é o melhor horário, de acordo com o movimento. Se for preciso, nós faremos ajustes, de modo a prestar o melhor atendimento possível ao público”, afirmou em notícia publicada no Portal Unicamp.
Mobilização
Após a divulgação da suspensão do atendimento ao público na Biblioteca, o Centro de Memória recebeu diversas manifestações de apoio e solidariedade de pesquisadores, representantes políticos, entidades e associações da área.
Na Câmara de Campinas, uma moção de apelo à reitoria foi proposta pelo vereador Elias Azevedo (PSB), enquanto na Câmara de Vinhedo propositura de igual teor foi protocolada pelo vereador Rodrigo Paixão (REDE). Já o abaixo-assinado pela reabertura da Biblioteca do CMU, lançado no início desta semana, colheu mais de 1.600 assinaturas.
A direção do CMU considera que a mobilização da sociedade foi fundamental para a solução apresentada, agradece os apoios e manifestações de solidariedade recebidos, e informa que seguirá negociando com a Administração Central formas para solução definitiva dos problemas relacionados à reposição do quadro funcional do órgão.
Diante da notícia de fechamento da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, do Centro de Memória da Unicamp (CMU), o Departamento de História destaca:
1) A Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é uma das mais importantes do país dedicada à história do Brasil e, particularmente, à história de Campinas e região. Seu acervo já serviu de base para a produção de inúmeras dissertações, teses e livros (sendo vários deles premiados) em diversas áreas de conhecimento, com especial destaque para o campo das ciências humanas. O fechamento da biblioteca provocará enorme prejuízo para as pesquisas atualmente em desenvolvimento que utilizam o seu acervo e ainda comprometerá futuros trabalhos. Trata-se, portanto, de perda inestimável para a pesquisa de ponta no país.
2) Além de servir à comunidade acadêmica devido à alta qualidade de seu acervo, a Biblioteca do CMU presta também enorme serviço à sociedade em geral ao se tornar referência de pesquisa para jornalistas, sociedades profissionais, estudantes da educação básica e outros que buscam informações sobre a cidade de Campinas e região. Além de seu grandioso acervo bibliográfico (86 mil volumes catalogados), incluindo obras raras do século XVIII e XIX, a biblioteca guarda ainda jornais e revistas dos séculos XIX e XX, uma mapoteca com plantas de Campinas e região, partituras do Projeto Carlos Gomes e outros milhares de recortes de jornais e revistas diversos. Seu fechamento, nesse sentido, é um duro golpe no contínuo e necessário processo de desenvolvimento cultural e educacional de nossa sociedade.
3) O acervo da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é parte integrante do conjunto documental que constitui o Centro de Memória da Unicamp. Trata-se de uma coleção formada ao longo de décadas em perfeita coerência e harmonia com o restante das coleções documentais do CMU. O eventual desmembramento da biblioteca do arquivo histórico ao qual ela está ligada atualmente ou mesmo a distribuição do seu acervo para outras instituições não apenas irá descaracterizar o conjunto da coleção como ainda ampliará grandemente o risco de perdas de material do acervo como frequentemente ocorre em tais situações. Outrossim, para a área de ciências humanas o desmembramento de coleções bibliográficas particulares representa enorme prejuízo para o estudo das influências intelectuais de pesquisadores de renome que tiveram seus a acervos doados para a biblioteca do CMU (a exemplo dos seus fundadores João Falchi Trinca e José Roberto do Amaral Lapa).
4) Diante do exposto, lamentamos que a importância da Biblioteca do CMU seja medida pela frequência de visitantes ao seu acervo como destaca a nota oficial da reitoria da Unicamp sobre o caso em 19 de julho de 2018. Não temos dúvida do valor inestimável do acervo da Biblioteca do CMU para a nossa sociedade e para as gerações futuras. Trata-se de local privilegiado para a pesquisa em ciências humanas que têm nas bibliotecas o seu laboratório de trabalho – representando a biblioteca do CMU um laboratório de ponta em nossa área. Reconhecida a importância das bibliotecas para as ciências humanas, nos causa estranheza a associação entre a distribuição de verbas na universidade e o número de frequentadores em tal local (o que seria um critério impensável para laboratórios de outras áreas do conhecimento, como as das ciências biológicas e exatas). Por fim, destacamos que o CMU é também um local de memória da cidade de Campinas e da própria fundação e trajetória da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Legado que diante da atual situação corre sério risco de se perder.
Desde já nos colocamos à disposição para colaborar com a Unicamp no que for necessário para a manutenção da Biblioteca do CMU nos moldes como se constituiu até os dias de hoje.
O panorama sombrio – que, aliás, já tivemos oportunidade de caracterizar a propósito da negligência com que têm sido tratados os organismos de custódia e pesquisa no Brasil – atinge agora a Universidade de Campinas. Ante a iminência de fechamento da biblioteca do Centro de Memória da UNICAMP (CMU) por falta de funcionários, a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP) manifestam sua solidariedade à diretora demissionária e repudiam toda e qualquer medida que possa tolher o cumprimento da missão institucional deste Centro, responsável pelo acervo mais completo de obras e documentos relacionados com a história de Campinas.
Para brindar o lançamento oficial de seu livro Existir em bits: arquivos pessoais nato-digitais e seus desafios à teoria arquivística, resultado da dissertação de mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos, Jorge Lira de Abreu apresentará palestra sobre os desafios e as perspectivas do tratamento de arquivos pessoais digitais, tema bastante atual e essencial para todos nos dias de hoje.
A palestra será realizada no auditório do Centro Universitário Assunção (UNIFAI) no dia 11 de abril, das 18 às 18:30 horas. Em seguida, o autor participará de sessão de autógrafos.
A ARQ-SP estará vendendo os livros no local, com preço especial de lançamento.
Promoção válida SOMENTE para o dia do lançamento, no UNIFAI: De R$35,00 porR$28,00.
Acesse a LOJA da Associação de Arquivistas de São Paulo e veja os títulos à venda.
Em breve, lançamento do livro “Existir em bits: arquivos pessoais nato-digitais e seus desafios à teoria arquivística”, de Jorge Phelipe Lira de Abreu, publicado pela ARQ-SP.