Reitoria da Unicamp anuncia remanejamento de bibliotecário para Centro de Memória

Após intensa mobilização da sociedade em apoio à Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, atendimento ao público será retomado parcialmente na próxima segunda-feira (30).

Após reunião realizada entre a direção do Centro de Memória – Unicamp e a Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), foi apresentada uma solução para viabilizar a reabertura da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, que suspendeu o atendimento ao público na última segunda feira (23) por conta da aposentadoria das duas bibliotecárias que vinham se revezando nas atividades do setor.

A Administração Central da Universidade informou que irá realizar o deslocamento de um bibliotecário vinculado à Biblioteca Central para trabalhar meio período junto ao acervo bibliográfico do Centro de Memória. Segundo a Reitoria, o servidor assumirá a função a partir da próxima segunda-feira (30), inicialmente no período da tarde.

Apesar de não ser uma solução definitiva para a Biblioteca do CMU, a coordenadora associada da Biblioteca Central, Valéria Martins, explicou que o bibliotecário dará expediente inicialmente à tarde, por ser o período de maior procura pelo acervo. “Entretanto, nós vamos avaliar se esse realmente é o melhor horário, de acordo com o movimento. Se for preciso, nós faremos ajustes, de modo a prestar o melhor atendimento possível ao público”, afirmou em notícia publicada no Portal Unicamp.

Mobilização

Após a divulgação da suspensão do atendimento ao público na Biblioteca, o Centro de Memória recebeu diversas manifestações de apoio e solidariedade de pesquisadores, representantes políticos, entidades e associações da área.

Na Unicamp, os docentes do Departamento de História, o Arquivo Edgard Leuenroth (AEL) e o Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulalio (CEDAE) publicaram notas solicitando a reabertura da Biblioteca. Também se manifestaram no mesmo sentido a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP), bem como o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo – 8ª Região (CRB-8), que enviou fiscal da entidade para acompanhar o caso.

Na Câmara de Campinas, uma moção de apelo à reitoria foi proposta pelo vereador Elias Azevedo (PSB), enquanto na Câmara de Vinhedo propositura de igual teor foi protocolada pelo vereador Rodrigo Paixão (REDE). Já o abaixo-assinado pela reabertura da Biblioteca do CMU, lançado no início desta semana, colheu mais de 1.600 assinaturas.

A direção do CMU considera que a mobilização da sociedade foi fundamental para a solução apresentada, agradece os apoios e manifestações de solidariedade recebidos, e informa que seguirá negociando com a Administração Central formas para solução definitiva dos problemas relacionados à reposição do quadro funcional do órgão.

 

Fonte: CMUinforma, 26/07/2018.

Nota do Departamento de História da Unicamp sobre o fechamento da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, do Centro de Memória (CMU)

Diante da notícia de fechamento da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, do Centro de Memória da Unicamp (CMU), o Departamento de História destaca:

 1)      A Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é uma das mais importantes do país dedicada à história do Brasil e, particularmente, à história de Campinas e região. Seu acervo já serviu de base para a produção de inúmeras dissertações, teses e livros (sendo vários deles premiados) em diversas áreas de conhecimento, com especial destaque para o campo das ciências humanas. O fechamento da biblioteca provocará enorme prejuízo para as pesquisas atualmente em desenvolvimento que utilizam o seu acervo e ainda comprometerá futuros trabalhos. Trata-se, portanto, de perda inestimável para a pesquisa de ponta no país.

 2)      Além de servir à comunidade acadêmica devido à alta qualidade de seu acervo, a Biblioteca do CMU presta também enorme serviço à sociedade em geral ao se tornar referência de pesquisa para jornalistas, sociedades profissionais, estudantes da educação básica e outros que buscam informações sobre a cidade de Campinas e região. Além de seu grandioso acervo bibliográfico (86 mil volumes catalogados), incluindo obras raras do século XVIII e XIX, a biblioteca guarda ainda jornais e revistas dos séculos XIX e XX, uma mapoteca com plantas de Campinas e região, partituras do Projeto Carlos Gomes e outros milhares de recortes de jornais e revistas diversos. Seu fechamento, nesse sentido, é um duro golpe no contínuo e necessário processo de desenvolvimento cultural e educacional de nossa sociedade.

 3)      O acervo da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é parte integrante do conjunto documental que constitui o Centro de Memória da Unicamp. Trata-se de uma coleção formada ao longo de décadas em perfeita coerência e harmonia com o restante das coleções documentais do CMU. O eventual desmembramento da biblioteca do arquivo histórico ao qual ela está ligada atualmente ou mesmo a distribuição do seu acervo para outras instituições não apenas irá descaracterizar o conjunto da coleção como ainda ampliará grandemente o risco de perdas de material do acervo como frequentemente ocorre em tais situações. Outrossim, para a área de ciências humanas o desmembramento de coleções bibliográficas particulares representa enorme prejuízo para o estudo das influências intelectuais de pesquisadores de renome que tiveram seus a acervos doados para a biblioteca do CMU (a exemplo dos seus fundadores João Falchi Trinca e José Roberto do Amaral Lapa).

 4)      Diante do exposto, lamentamos que a importância da Biblioteca do CMU seja medida pela frequência de visitantes ao seu acervo como destaca a nota oficial da reitoria da Unicamp sobre o caso em 19 de julho de 2018. Não temos dúvida do valor inestimável do acervo da Biblioteca do CMU para a nossa sociedade e para as gerações futuras. Trata-se de local privilegiado para a pesquisa em ciências humanas que têm nas bibliotecas o seu laboratório de trabalho – representando a biblioteca do CMU um laboratório de ponta em nossa área. Reconhecida a importância das bibliotecas para as ciências humanas, nos causa estranheza a associação entre a distribuição de verbas na universidade e o número de frequentadores em tal local (o que seria um critério impensável para laboratórios de outras áreas do conhecimento, como as das ciências biológicas e exatas). Por fim, destacamos que o CMU é também um local de memória da cidade de Campinas e da própria fundação e trajetória da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Legado que diante da atual situação corre sério risco de se perder.

 Desde já nos colocamos à disposição para colaborar com a Unicamp no que for necessário para a manutenção da Biblioteca do CMU nos moldes como se constituiu até os dias de hoje.

Departamento de História da Unicamp.

23 de Julho de 2018

MOÇÃO DE REPÚDIO

O panorama sombrio – que, aliás, já tivemos oportunidade de caracterizar a propósito da negligência com que têm sido tratados os organismos de custódia e pesquisa no Brasil – atinge agora a Universidade de Campinas. Ante a iminência de fechamento da biblioteca do Centro de Memória da UNICAMP (CMU) por falta de funcionários, a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP) manifestam sua solidariedade à diretora demissionária e repudiam toda e qualquer medida que possa tolher o cumprimento da missão institucional deste Centro, responsável pelo acervo mais completo de obras e documentos relacionados com a história de Campinas.

 

São Paulo, 19 de julho de 2018.

Ana Célia Navarro de Andrade

Presidente da ARQ-SP

Circe Maria Fernandes Bittencourt

Presidente da ANPUH-SP

 

Manifestação da ARQ-SP e da ANPUH-SP dirigida ao Prefeito do Município de Santos

 

 

O PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE SANTOS

 

UM CASO LAMENTÁVEL DE OMISSÃO E ABANDONO

 

 

Nos últimos dias a imprensa santista tem chamado a atenção para algo que, na verdade, vem ocorrendo há tempos: o abandono a que a Prefeitura relegou importantes componentes do patrimônio documental da municipalidade. Em sua face mais visível, o abandono compromete dois monumentos de inestimável valor histórico e turístico: o Outeiro de Santa Catarina e a Casa de Frontaria Azulejada, marcos emblemáticos da história da cidade que foram objeto de cuidadoso e caro processo de restauração antes de ser entregues à Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS), em 1992, para que neles se desenvolvessem serviços de sua competência, como a guarda de documentos e atividades expositivas. O que ninguém vê, no entanto, é a falta de funcionários, a precariedade dos equipamentos de conservação preventiva, a quase nenhuma manutenção das dependências em que funciona o Arquivo Intermediário e a inexistência de recursos para dar continuidade a iniciativas (cursos, encontros de arquivos municipais, publicação de instrumentos de pesquisa) que sempre distinguiram a FAMS em meio à comunidade arquivística e de pesquisadores.

 

Atentas, por dever estatutário, a todo e qualquer problema que afete as políticas públicas voltadas para a preservação da memória, no âmbito do Estado de São Paulo, a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP) demandam da Prefeitura Municipal de Santos, com a devida urgência, as medidas que permitam reverter esse lastimável estado de coisas.

 

São Paulo, 11 de junho de 2018.

Ana Célia Navarro de Andrade

Presidente da ARQ-SP

Circe Maria Fernandes Bittencourt

Presidente da ANPUH-SP

 

 

 

[JAP 01/18] Gestão de dados de pesquisa

Data: 21 de junho de 2018

Horário: das 10:00 às 17:00

Local: Sala de vídeo do Departamento de História da FFLCH-USP.  Rua Prof. Lineu Prestes, 338, 2º andar. Cidade Universitária, São Paulo-SP. (Como chegar)

DOCENTE: Luís Fernando Sayão é graduado em Física pela UFRJ, mestre e doutor em Ciência da Informação pela UFRJ/IBICT. Servidor da  Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), onde já exerceu os cargos de chefe do Centro de Informações Nucleares (CIN); chefe da Divisão de Tecnologia da Informação; coordenador-geral de Informática; representante do Brasil no INIS – International Nuclear Information System (AIEA/ONU) e coordenador-geral da RRIAN – Red Regional de Información en el Área Nuclear. Foi conselheiro do CONARQ e é membro da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do CONARQ. Leciona no Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da UNIRIO e no Programa de Pós-Graduação em Memória e Acervos da Fundação Casa de Rui Barbosa. Foi membro do Comitê Técnico-Científico do IBICT e da Comissão de Ensino da CNEN. (Veja o currículo completo)

EMENTA: Cenários que dão origem à geração, uso e compartilhamento intensivos de dados: eScience, Ciência Aberta, Humanidades Digitais, simulação, big data científico versus cauda longa da ciência; a diversidade do conceito de dados de pesquisa, classificação e fluxos; o compartilhamento e reuso e suas vertentes temporais, disciplinares e setoriais; as especificidades da gestão de dados: preservação, curadoria, arquivamento confiável; plataformas de repositórios de dados: tecnologias, serviços, armazenamento, análise, processamento e visualização de dados; plano de gestão de dados: estrutura e ferramentas; política de gestão de dados: sustentabilidade, licenças, dado sensíveis, aspectos éticos e legais.

OBJETIVOS: Levar ao conhecimento dos alunos os fenômenos relacionados à geração, uso intensivo e compartilhamento de dados de pesquisa por segmentos da ciência contemporânea. No final da oficina o aluno deverá compreender as especificidades da gestão e curadoria de dados e as infraestruturas necessárias para o arquivamento, compartilhamento e reuso de dados de pesquisa.

PROGRAMA:

  • Cenários do protagonismo dos dados de pesquisa
  • O que é dado de pesquisa
  • Compartilhamento e reuso
  • Gestão de dados de pesquisa
  • Curadoria digital de dados de pesquisa
  • Infraestruturas tecnológicas  necessárias
  • Plano de gestão de dados de pesquisa
  • Política de dados de pesquisa

 

INVESTIMENTO

Associados* – Profissional: R$ 100,00 / Estudante**: R$ 50,00

Não associados – Profissional: R$ 130,00 / Estudante**: R$ 65,00

Empenho*** – Instituição associada: R$ 100,00 / Instituição não associada: R$ 130,00 

Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja online da ARQ-SP Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito.

(*) Para ter direito ao desconto, os associados devem enviar cópia do comprovante de pagamento da anuidade vigente ou solicitar boleto para pagamento, pelo e-mail diretoria@arqsp.org.br.

(**) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição, é  preciso enviar cópia de atestado de matrícula para o e-mail diretoria@arqsp.org.br. 

(***) Pagamento por empenho: O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para Instituições em dia com a anuidade vigente. Entrar em contato com o e-mail diretoria@arqsp.org.br antes de fazer a inscrição.

 

VAGAS LIMITADAS!

SERÁ CONFERIDO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO

A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ CONDICIONADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (www.arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP e clique na opção adequada, de acordo com a categoria informada (Selecione pelo código JAP 01/18).
  4. Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. Somente alunos de cursos técnicos e de graduação são considerados ESTUDANTES.
  6.  Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.

 

 

[Palestra] Os documentos da música: a partitura

O Arquivo Geral da USP e a ARQ-SP convidam

Palestras do Arquivo Geral da USP – Alinhando Conceitos

OS DOCUMENTOS DA MÚSICA:

A PARTITURA

com

Adriano de Castro Meyer

Ana Maria de Almeida Camargo

Paulo Castagna

 

Com o propósito de discutir questões conceituais relacionadas com a prática arquivística, de preferência aquelas que envolvem abordagens interdisciplinares e não desfrutam de consenso entre profissionais da área, o Arquivo Geral da USP, em parceria com a Associação de Arquivistas de São Paulo, promove uma série de debates que, sob o título Alinhando Conceitospretende, de tempos em tempos, focalizar assuntos polêmicos.

O primeiro da série tem por objeto a partitura musical e seu estatuto como documento de arquivo. O debate será coordenado por Ana Maria de Almeida Camargo e contará com a participação de dois musicólogos: Adriano de Castro Meyer, que discorrerá sobre “Peculiaridades da partitura como documento musical”, e Paulo Castagna, cujo tema é “A unicidade do documento e a multiplicidade da representação de obras em acervos musicais”.

Conheça os palestrantes:

Adriano de Castro Meyer é graduado em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestrando em Musicologia pelo Instituto de Artes da UNESP. Trabalha no Serviço de Arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros da USP.

Paulo Castagna é doutor em História Social e mestre em Artes pela Universidade de São Paulo. Professor e pesquisador do Instituto de Artes da UNESP.

Ana Maria de Almeida Camargo (coordenadora) é professora sênior do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Quando? 14 de maio de 2018, às 14 horas.

Onde? Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo-SP (travessa da Av. Prof. Lineu Prestes, altura do Instituto de Ciências Biomédicas ICB-4). Clique aqui e veja como chegar.

Quanto? Grátis!

Vagas limitadas

Clique aqui para fazer a sua inscrição

Atenção: Esta é uma atividade gratuita e as vagas são limitadas. Evite fazer sua inscrição se não estiver seguro de seu interesse ou se não tiver certeza de que terá condições de comparecer. Assim você contribui para que outros interessados não fiquem sem vaga! 😉

Será conferido certificado aos participantes

[OF 02/18] Controle de vocabulário para arquivos

DATA: 24 e 25 de abril de 2018

HORÁRIO: das 10:00 às 17:00

LOCAL:  Sala de Vídeo do Departamento de História da FFLCH-USP. R. Professor Lineu Prestes, 338, 2o. andar, Cidade Universitária, São Paulo – SP. (Como chegar)

DOCENTE: Johanna W. Smit. Professora sênior junto ao Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA-USP. Foi diretora do Arquivo Geral da USP. É graduada em Biblioteconomia e Documentação pela USP (1970), mestre em Documentação pela École Pratique des Hautes Études (França, 1973) e doutora em Análise do Discurso pela Universidade de Paris-I (França, 1977). Tem experiência na área de Ciência da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: arquivologia, arquivo fotográfico, vocabulário controlado e organização da informação. (Veja o currículo completo)

EMENTA: A introdução do controle de vocabulário nos arquivos é necessária, embora nem sempre identificada como tal. Partícipe dos procedimentos de padronização realizados nos arquivos, a questão do vocabulário passa a ter uma grande visibilidade quando o uso dos arquivos (correntes e permanentes) recebe especial atenção, quer a busca se dê presencialmente ou à distância, mediada pela tecnologia.

PROGRAMA: 

  • Controle de vocabulário e vocabulário controlado
  • Por que controlar o vocabulário?
  • Onde introduzir o controle de vocabulário?
  • Principais questões-problema de controle: normalização gramatical, opções de grafia, alterações de topônimos e outros nomes próprios, questões de sinonímia, homonímia, quase-sinonímia e termos compostos
  • O recurso às notas de escopo e notas de uso
  • O sistema de remissivas
  • Controle de vocabulário e classificação

METODOLOGIA: Alternância entre apresentações teóricas, discussão de casos e exercícios práticos com a subsequente discussão pelo grupo.

 

INVESTIMENTO

Associados*: Profissional – R$ 200,00 / Estudante** – R$ 100,00

Não associados: Profissional – R$ 260,00  / Estudante** – R$ 130,00

Empenho***: Instituição associada – R$ 200,00 / Instituição não associada – R$ 260,00     A aceitação de empenhos está suspensa por tempo indeterminado. Para informações, contate: diretoria@arqsp.org.br

(*) Para ter direito ao desconto, os associados devem enviar cópia do comprovante de pagamento da anuidade vigente ou solicitar boleto para pagamento, pelo e-mail diretoria@arqsp.org.br.

(**) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição, é  preciso enviar cópia de atestado de matrícula para o e-mail diretoria@arqsp.org.br. 

(***) Pagamento por empenho: O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para Instituições em dia com a anuidade vigente. Entrar em contato com o e-mail diretoria@arqsp.org.br antes de fazer a inscrição.

Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja da ARQ-SP online. Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito (com opções de parcelamento).

VAGAS LIMITADAS!

SERÁ CONFERIDO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO

A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ CONDICIONADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (www.arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP e clique na opção adequada, de acordo com a categoria informada (Selecione pelo código OF 02/18).
  4. Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. Somente alunos de cursos técnicos e de graduação são considerados ESTUDANTES.
  6.  Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.

Relatório da Comissão da Verdade da USP

No último dia 21 de março, foi entregue ao reitor Vahan Agopyan o relatório final do trabalho empreendido pela Comissão da Verdade da USP. Composto de dez volumes, o material traz relatos e documentos que esclarecem fatos ocorridos de 1964 a 1985 no âmbito da Universidade de São Paulo.

O Arquivo Geral da USP sediou os trabalhos da Comissão, cedendo seu espaço para entrevistas e reuniões, e facultando a consulta à documentação produzida na USP utilizada para reconstituição desse período da nossa história.

O relatório final está disponível, na íntegra, no seguinte endereço: https://goo.gl/pz8b59

O Jornal da USP, na edição de 23 de março de 2018, também traz matéria a respeito: http://jornal.usp.br/universidade/1964-1985-anos-de-perseguicao-na-usp/

[Palestra] Preservação digital: caminhos possíveis a partir da experiência da Pinacoteca do Estado

O Arquivo Geral da USP e a ARQ-SP convidam

Palestras do Arquivo Geral da USP

PRESERVAÇÃO DIGITAL:

CAMINHOS POSSÍVEIS A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DA PINACOTECA DO ESTADO

com Isabel Ayres Maringelli e Charlley Luz

 

A atividade abordará, por meio de exemplos práticos, o processo de definição de políticas de preservação digital, como a que foi elaborada para a Pinacoteca de São Paulo. Traz, ainda, metodologia de elaboração de políticas de preservação.

Conheça os palestrantes:

Isabel Ayres Maringelli é mestre em Ciência da Informação pela USP (2016), Especialista em “Bens Culturais: Economia e Gestão” pela FGV (2009). É bibliotecária, formada pela FESP-SP (1993). Coordena a Biblioteca Walter Wey e o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo e leciona no curso de Graduação de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESP-SP.

Charlley Luz é arquivista formado pela UFRGS (2006), especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Informação (FESP-SP) e mestre em Ciência da Informação pela USP (2016). É sócio-fundador da Feed Consultoria e leciona no curso de pós-graduação em Gestão Arquivística da FESP-SP.

Quando? 8 de março de 2018, às 14 horas.

Onde? Auditório Safra da Biblioteca da Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA-USP). Av. Professor Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo-SP. Clique aqui para ver como chegar! 

Quanto? Grátis!

Vagas esgotadas

Clique aqui para fazer a sua inscrição

Atenção: Esta é uma atividade gratuita e as vagas são limitadas. Evite fazer sua inscrição se não estiver seguro de seu interesse ou se não tiver certeza de que terá condições de comparecer. Assim você contribui para que outros interessados não fiquem sem vaga! 😉

Será conferido certificado aos participantes

O NOVO ANO

O que esperar de 2018? O cenário arquivístico brasileiro nunca esteve tão sombrio…

 

No comando do Arquivo Nacional, depois da desastrada passagem de José Ricardo Marques, hoje condenado pela prática de atos de improbidade administrativa, temos agora outro fruto de barganha política: Carolina Chaves de Azevedo, cuja mãe trabalha no gabinete da deputada Cristiane Brasil, recém-nomeada (mas não empossada) ministra do Trabalho. Vale a pena conferir a matéria publicada no jornal O Globo, para tentar entender os mecanismos do toma-lá-dá-cá que vêm sendo adotados:

https://oglobo.globo.com/brasil/dinheiro-que-paga-divida-trabalhista-de-cristiane-brasil-sai-de-conta-de-funcionaria-22261290#ixzz55PQxA1uW

O Arquivo do Estado de São Paulo também tem sido alvo de barganhas similares. Um andar inteiro e metade de outro de seu edifício abrigam hoje, em lugar de documentos, a Corregedoria Geral de Administração e a Ouvidoria do Estado de São Paulo. É bom lembrar, além disso, que o Arquivo foi transformado em valhacouto desde 2016, quando Fernando Padula Novaes, apesar de estar na mira da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual, assumiu o cargo de coordenador. A situação é bem mais grave agora; tornou-se indiciado no processo que apura a corrupção ligada à merenda escolar. Recente matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo dá mais detalhes sobre o fato, oferecendo, inclusive, cópia integral da denúncia:

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/ex-chefe-de-gabinete-da-educacao-de-alckmin-e-denunciado-por-fraude-na-merenda/

A recente extinção dos cargos de arquivista e técnico de/em arquivo na administração pública federal, por força do decreto n. 9.262, de 9 de janeiro do corrente, é sinal de que não se reconhece a importância desses profissionais. O argumento financeiro não justifica tal medida. O mesmo poderíamos falar sobre o CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, ao dispensar Dulce Pandolfi e Luciana Heymann sob a alegação de economia: demitir Luciana Heymann, por exemplo, às vésperas de um pedido de demissão em razão de seu ingresso na Fiocruz, onde foi aprovada por concurso, seria bom negócio para a FGV?

Este ano será, sem dúvida, de muita luta. Devemos ficar atentos aos favorecimentos espúrios e às iniciativas que atendem a determinados interesses, como os das empresas de digitalização. Os arquivos não podem mais se prestar a acordos políticos de conveniência, sendo nosso dever denunciá-los e combatê-los. Nossa área precisa ser fortalecida e dignificada: ignorar a missão dos arquivos e desvalorizar os profissionais que deles se ocupam é, afinal, um desserviço à sociedade, à democracia e à história.

 

A DIRETORIA

 

  • Associação de Arquivistas de São Paulo
    ARQ-SP
  • Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Térreo Sala N
    CEP: 05508-000 - São Paulo - SP
  • Telefone / Fax: (11) 3091-3795
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