JAP 05/19 – Diante da Imagem: Produção de conteúdo a partir de acervos

Data: 22 de novembro de 2019, das 10:00 às 17:00

Local: Sede da Associação de Arquivistas de São Paulo – Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Av. Prof. Lineu Prestes 338, Sala N, Térreo, Cidade Universitária, São Paulo-SP. Veja o mapa

Docente: CRISTAL DA ROCHA é doutoranda em História, Política e
Bens Culturais (FGV – Rio de Janeiro), Mestre em História
Social (USP – São Paulo), Bacharel em Arquivologia
(UFRGS – Porto Alegre). Possui experiência em arquivos
permanentes, patrimônio documental, difusão e marketing
de arquivos, além de desenvolver tese sobre a coleção de
Contatos Fotográficos do Acervo Estadão, mesmo local
onde atua como arquivista. No Acervo do jornal O Estado
de São Paulo
desenvolve atividades relativas à difusão de
conteúdos com atual foco em fotografia.

Objetivos: A proposta da oficina é demonstrar de forma teórica e
prática as possibilidades da produção de conteúdo a partir
de acervos, com enfoque em fotografia. Ampliar a
perspectiva de trabalho do profissional de instituições de
memória a partir da difusão. Estimular a percepção e o
olhar do participante para a imagem de arquivo e seus
usos.

Público-alvo: Arquivistas, bibliotecários, profissionais de acervo e
instituições de memória, jornalistas e demais interessados
em produção de conteúdo em arquivos e fotografia.

Programa:

Apresentação: a experiência inovadora do Acervo Estadão na difusão e
produção de conteúdos a partir do arquivo do jornal com
144 anos de história

Difusão em acervos e seus desdobramentos

Arquivista & profissional de acervo como produtor de conteúdo

O caminho da fotografia analógica no Acervo Estadão e os contatos fotográficos

Conteúdos do Acervo Estadão, um estudo de caso

Prática 1: Produção de Conteúdo com material inédito
do Acervo Estadão

Prática 2: Produção de Conteúdo para redes sociais

OBSERVAÇÃO: Para a realização das atividades práticas, pede-se aos alunos que levem notebook ou tablet, caso disponham destes equipamentos.

Investimento

Profissional: R$ 100,00 (associado*) / R$ 130,00 (não associado)

Estudante**: R$ 50,00 (associado*) / R$ 65,00 (não associado)

Empenho***: R$ 100,00 (instituição associada) / R$ 130,00 (instituição não associada)

INSCRIÇÕES ABERTAS

Para fazer sua inscrição, acesse a loja virtual da ARQ-SP e selecione pelo código da atividade (JAP 05/19)

Para inscrição com pagamento por empenho, entrar em contato com secretaria@arqsp.org.br. 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSTRUÇÕES PARA A INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP, clique em CURSOS, e depois na opção adequada, de acordo com a categoria desejada (Selecione pelo código JAP 05/19).
  4. Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. “Estudantes” devem anexar o comprovante de matrícula no sistema durante o processo de inscrição.

(*) Para ter direito ao desconto, os associados devem enviar para diretoria@arqsp.org.br cópia do comprovante de pagamento da anuidade vigente (referente ao ano 2019) ou solicitar boleto para pagamento.

(**) A categoria “estudante” se aplica apenas a alunos regularmente matriculados em cursos técnicos (ensino médio) e de graduação. Alunos de pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado) devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição, é  preciso anexar cópia do atestado de matrícula no sistema.  O desconto para estudantes não é válido para pagamento por empenho.

(***) O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para instituições em dia com a anuidade vigente (referente ao ano 2019). Antes de realizar a inscrição, entrar em contato com o e-mail diretoria@arqsp.org.br


III Encontro “Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas” – Trabalhos aprovados

Informamos que a lista de trabalhos aprovados para os painéis de comunicações orais do III Encontro “Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas” já se encontra disponível no site do evento.

Para ver a lista, clique aqui.

Nos próximos dias, a Comissão Organizadora enviará, por e-mail, os pareceres a todos os autores que submeteram trabalhos.


[Palestra] – Arquivos e bibliotecas: a quem interessa o silêncio?

Arquivos e bibliotecas foram, são e continuarão sendo um espaço de interesse daqueles que detêm o poder. A palestrante pretende promover uma reflexão sobre alguns momentos da História em que documentos – primários ou secundários – foram usados como instrumentos de jugo, censura e aniquilamento de ideias, concepções e juízos.

Palestrante: BÁRBARA JÚLIA MENEZELLO LEITÃO possui graduação em Biblioteconomia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, especialização em Organização de Arquivos pela UNICAMP, mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Foi Diretora do Serviço de Biblioteca e Documentação da ECA/USP (1996-2006), respondeu pela Assistência Técnica Administrativa da mesma Escola (2006-2013) e, desde agosto de 2013, exerce a Chefia Técnica de Divisão do Arquivo Geral da USP.

Quando: 18 de junho de 2019, às 14:00

Onde: Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo – SP.

Quanto: evento gratuito

Para fazer sua inscrição, clique aqui

Luto nacional

A Associação de Arquivistas de São Paulo lamenta profundamente o trágico incêndio que destruiu o Museu Nacional na noite de hoje, 2 de setembro de 2018, e se solidariza com os museólogos, antropólogos, arqueólogos, historiadores, pesquisadores, técnicos e demais funcionários, que dedicaram grande parte de suas vidas ao tratamento, à conservação, à descrição e à difusão do acervo do Museu Nacional.

Inconformada com essa tragédia, anunciada já há alguns anos, a ARQ-SP espera que os governos, federal e estaduais, repensem suas políticas públicas voltadas para a cultura, para a preservação do patrimônio histórico nacional – edificado e documental -, e consequentemente, para a preservação da memória nacional.

Reitoria da Unicamp anuncia remanejamento de bibliotecário para Centro de Memória

Após intensa mobilização da sociedade em apoio à Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, atendimento ao público será retomado parcialmente na próxima segunda-feira (30).

Após reunião realizada entre a direção do Centro de Memória – Unicamp e a Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), foi apresentada uma solução para viabilizar a reabertura da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, que suspendeu o atendimento ao público na última segunda feira (23) por conta da aposentadoria das duas bibliotecárias que vinham se revezando nas atividades do setor.

A Administração Central da Universidade informou que irá realizar o deslocamento de um bibliotecário vinculado à Biblioteca Central para trabalhar meio período junto ao acervo bibliográfico do Centro de Memória. Segundo a Reitoria, o servidor assumirá a função a partir da próxima segunda-feira (30), inicialmente no período da tarde.

Apesar de não ser uma solução definitiva para a Biblioteca do CMU, a coordenadora associada da Biblioteca Central, Valéria Martins, explicou que o bibliotecário dará expediente inicialmente à tarde, por ser o período de maior procura pelo acervo. “Entretanto, nós vamos avaliar se esse realmente é o melhor horário, de acordo com o movimento. Se for preciso, nós faremos ajustes, de modo a prestar o melhor atendimento possível ao público”, afirmou em notícia publicada no Portal Unicamp.

Mobilização

Após a divulgação da suspensão do atendimento ao público na Biblioteca, o Centro de Memória recebeu diversas manifestações de apoio e solidariedade de pesquisadores, representantes políticos, entidades e associações da área.

Na Unicamp, os docentes do Departamento de História, o Arquivo Edgard Leuenroth (AEL) e o Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulalio (CEDAE) publicaram notas solicitando a reabertura da Biblioteca. Também se manifestaram no mesmo sentido a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP), bem como o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo – 8ª Região (CRB-8), que enviou fiscal da entidade para acompanhar o caso.

Na Câmara de Campinas, uma moção de apelo à reitoria foi proposta pelo vereador Elias Azevedo (PSB), enquanto na Câmara de Vinhedo propositura de igual teor foi protocolada pelo vereador Rodrigo Paixão (REDE). Já o abaixo-assinado pela reabertura da Biblioteca do CMU, lançado no início desta semana, colheu mais de 1.600 assinaturas.

A direção do CMU considera que a mobilização da sociedade foi fundamental para a solução apresentada, agradece os apoios e manifestações de solidariedade recebidos, e informa que seguirá negociando com a Administração Central formas para solução definitiva dos problemas relacionados à reposição do quadro funcional do órgão.

 

Fonte: CMUinforma, 26/07/2018.

Nota do Departamento de História da Unicamp sobre o fechamento da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, do Centro de Memória (CMU)

Diante da notícia de fechamento da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa, do Centro de Memória da Unicamp (CMU), o Departamento de História destaca:

 1)      A Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é uma das mais importantes do país dedicada à história do Brasil e, particularmente, à história de Campinas e região. Seu acervo já serviu de base para a produção de inúmeras dissertações, teses e livros (sendo vários deles premiados) em diversas áreas de conhecimento, com especial destaque para o campo das ciências humanas. O fechamento da biblioteca provocará enorme prejuízo para as pesquisas atualmente em desenvolvimento que utilizam o seu acervo e ainda comprometerá futuros trabalhos. Trata-se, portanto, de perda inestimável para a pesquisa de ponta no país.

 2)      Além de servir à comunidade acadêmica devido à alta qualidade de seu acervo, a Biblioteca do CMU presta também enorme serviço à sociedade em geral ao se tornar referência de pesquisa para jornalistas, sociedades profissionais, estudantes da educação básica e outros que buscam informações sobre a cidade de Campinas e região. Além de seu grandioso acervo bibliográfico (86 mil volumes catalogados), incluindo obras raras do século XVIII e XIX, a biblioteca guarda ainda jornais e revistas dos séculos XIX e XX, uma mapoteca com plantas de Campinas e região, partituras do Projeto Carlos Gomes e outros milhares de recortes de jornais e revistas diversos. Seu fechamento, nesse sentido, é um duro golpe no contínuo e necessário processo de desenvolvimento cultural e educacional de nossa sociedade.

 3)      O acervo da Biblioteca Prof. José Roberto do Amaral Lapa é parte integrante do conjunto documental que constitui o Centro de Memória da Unicamp. Trata-se de uma coleção formada ao longo de décadas em perfeita coerência e harmonia com o restante das coleções documentais do CMU. O eventual desmembramento da biblioteca do arquivo histórico ao qual ela está ligada atualmente ou mesmo a distribuição do seu acervo para outras instituições não apenas irá descaracterizar o conjunto da coleção como ainda ampliará grandemente o risco de perdas de material do acervo como frequentemente ocorre em tais situações. Outrossim, para a área de ciências humanas o desmembramento de coleções bibliográficas particulares representa enorme prejuízo para o estudo das influências intelectuais de pesquisadores de renome que tiveram seus a acervos doados para a biblioteca do CMU (a exemplo dos seus fundadores João Falchi Trinca e José Roberto do Amaral Lapa).

 4)      Diante do exposto, lamentamos que a importância da Biblioteca do CMU seja medida pela frequência de visitantes ao seu acervo como destaca a nota oficial da reitoria da Unicamp sobre o caso em 19 de julho de 2018. Não temos dúvida do valor inestimável do acervo da Biblioteca do CMU para a nossa sociedade e para as gerações futuras. Trata-se de local privilegiado para a pesquisa em ciências humanas que têm nas bibliotecas o seu laboratório de trabalho – representando a biblioteca do CMU um laboratório de ponta em nossa área. Reconhecida a importância das bibliotecas para as ciências humanas, nos causa estranheza a associação entre a distribuição de verbas na universidade e o número de frequentadores em tal local (o que seria um critério impensável para laboratórios de outras áreas do conhecimento, como as das ciências biológicas e exatas). Por fim, destacamos que o CMU é também um local de memória da cidade de Campinas e da própria fundação e trajetória da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Legado que diante da atual situação corre sério risco de se perder.

 Desde já nos colocamos à disposição para colaborar com a Unicamp no que for necessário para a manutenção da Biblioteca do CMU nos moldes como se constituiu até os dias de hoje.

Departamento de História da Unicamp.

23 de Julho de 2018

MOÇÃO DE REPÚDIO

O panorama sombrio – que, aliás, já tivemos oportunidade de caracterizar a propósito da negligência com que têm sido tratados os organismos de custódia e pesquisa no Brasil – atinge agora a Universidade de Campinas. Ante a iminência de fechamento da biblioteca do Centro de Memória da UNICAMP (CMU) por falta de funcionários, a Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP) e a Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP) manifestam sua solidariedade à diretora demissionária e repudiam toda e qualquer medida que possa tolher o cumprimento da missão institucional deste Centro, responsável pelo acervo mais completo de obras e documentos relacionados com a história de Campinas.

 

São Paulo, 19 de julho de 2018.

Ana Célia Navarro de Andrade

Presidente da ARQ-SP

Circe Maria Fernandes Bittencourt

Presidente da ANPUH-SP

 

ARQ-SP lança novo título

Para brindar o lançamento oficial de seu livro Existir em bits: arquivos pessoais nato-digitais e seus desafios à teoria arquivística, resultado da dissertação de mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos, Jorge Lira de Abreu apresentará palestra sobre os desafios e as perspectivas do tratamento de arquivos pessoais digitais, tema bastante atual e essencial para todos nos dias de hoje.

A palestra será realizada no auditório do Centro Universitário Assunção (UNIFAI) no dia 11 de abril, das 18 às 18:30 horas. Em seguida, o autor participará de sessão de autógrafos.

 

A ARQ-SP estará vendendo os livros no local, com preço especial de lançamento.

Promoção válida SOMENTE para o dia do lançamento, no UNIFAI: De R$35,00 por R$28,00.

 

Existir em bits
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