Programação de cursos e de eventos da ARQ-SP

Prezados associados e amigos,

 

Informamos que a programação de cursos e de eventos da Associação de Arquivistas de São Paulo será divulgada em breve.

Nossas atividades terão início no dia 01 de setembro, sexta-feira. Reservem essa data em suas agendas.

 

Diretoria da ARQ-SP

 

 

Legisladores brasileiros querem institucionalizar a “queima de arquivos”

Nos últimos meses, não se fala em outra coisa na comunidade arquivística nacional: os legisladores brasileiros querem institucionalizar a “queima de arquivos”. Por esse motivo, a Associação de Arquivistas de São Paulo, contrária à aprovação do Projeto de Lei Nº 7.920/2017, decidiu publicar em seu site a nota redigida e divulgada nas redes sociais, em julho p.p., por um de seus colaboradores, o atual diretor técnico do Arquivo Edgard Leuenroth (Unicamp) Humberto Celeste Innarelli, por acreditar que a mesma apresenta reflexões importantes sobre a questão.

Essa nota, ou manifesto pessoal, possibilitou ao JORNAL DA UNICAMP publicar em sua edição web, de 11 de agosto de 2017, duas matérias sobre o tema, cujos links encontram-se a seguir:

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/08/11/arquivistas-reagem-projeto-de-lei-que-preve-eliminacao-de-originais

http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/08/11/sobre-o-pl-146-2007

 

A aprovação do atual texto do PL 7.920/2017 não afeta apenas a comunidade arquivística, mas os historiadores e toda a sociedade brasileira. É preciso conscientizar nossos legisladores sobre as graves consequências que a aprovação desse projeto de lei poderá causar à administração pública, às relações institucionais, à memória do país, apenas para citar algumas.

Tanto a nota abaixo publicada, quanto as matérias citadas apresentam, de maneira clara e objetiva, as razões pelas quais devemos lutar pela não aprovação do PL 7.920/2017, pelo menos com sua redação atual.

 

 

Nota sobre o Projeto de Lei Nº 7.920/2017

Uma visão pessoal relacionada à preservação dos documentos arquivísticos digitalizados

 

Desde quando comecei a pesquisar e trabalhar com documentos arquivísticos digitais no Sistema de Arquivos da UNICAMP (SIARQ/UNICAMP) em 1999 e atualmente trabalhando no projeto do AEL Digit@l do Arquivo Edgard Leuenroth (AEL/IFCH/UNICAMP), um dos meus pontos de maior reflexão foi a importância e a utilização das tecnologias de digitalização aplicadas aos documentos arquivísticos.

Durante este período – aproximadamente 19 anos – entendi que a digitalização é uma ferramenta fundamental para a arquivística no sentido de democratizar o acesso, melhorar os processos de gestão e garantir a preservação de documentos arquivísticos, ou seja, ela pode ser aplicada diretamente a todas as fases dos processos de gestão e preservação dos documentos arquivísticos com inúmeros benefícios. Entretanto, como qualquer outra tecnologia, ela deve ser utilizada com seriedade e maturidade, garantindo desta forma o rigor teórico e prático determinado pela arquivologia, pois os documentos arquivísticos não podem “sofrer” com o imediatismo e os “atropelos” que o avanço tecnológico impõe.

Antes de expressar minha opinião sobre o projeto de lei, abro um parêntese para esclarecer que entendo, reconheço e valorizo todas as questões históricas relacionadas aos documentos arquivísticos, porém não vou discuti-las por entender que estes assuntos são abordados por outros especialistas com muita propriedade. O principal objetivo desta nota é apresentar uma abordagem mais técnica e pouco discutida, que julgo crucial para a temática, a preservação dos documentos arquivísticos digitais – que inclui os digitalizados.

Não sou contra a aplicação dos processos de digitalização de substituição de documentos arquivísticos em fase intermediária considerados não permanentes em Tabelas de Temporalidade de Documentos (TTD) e de documentos arquivísticos em qualquer idade cujo suporte não suporta mais a informação registrada ou utiliza tecnologia completamente obsoleta, pois entendo que a digitalização pode ser realizada para estes fins com a adoção de processos, normas e regulamentos institucionais de forma responsável e que não implique em riscos ao funcionamento e à memória da instituição. Porém, sou contra a publicação de uma Lei Federal que autoriza a eliminação de documentos originais sem a mínima preocupação com a definição de políticas de preservação dos mesmos pelo tempo necessário, isso sem falar em outras questões – autenticidade, avaliação, temporalidade, terminologia, certificação digital, valor secundário, conceitos arquivísticos etc. – abordadas por estudiosos da área de documentação digital aplicada à arquivologia.

Lembro que os fragmentos de textos do projeto lei que abordam as questões relativas à “preservação” e “preservação de longo prazo” não são suficientes para garantir a preservação dos documentos arquivísticos digitalizados, pois esta missão é atribuída a política de preservação de documentos arquivísticos digitais adotada pela instituição e não aos sistemas informatizados, meios eletromagnéticos e suportes – mídias – de armazenamento. Ressalto também que não devemos “demonizar” o documento registrado em papel por ocuparem espaço, darem trabalho e custarem muito, não é ele o problema e sim a ausência de políticas de gestão e preservação de documentos arquivísticos nas instituições públicas.

A partir da reflexão do texto proposto e dos estudos que fiz sobre documentos arquivísticos digitais, afirmo que o projeto de lei não atende critérios fundamentais para que o documento arquivístico digitalizado seja preservado pelo tempo necessário, uma vez que o projeto em momento algum cita políticas de preservação de documentos arquivísticos digitais como base para substituição do original pelo digitalizado, algo fundamental num projeto que prevê a eliminação do original em papel. Ressalto que o documento arquivístico digital – incluindo o digitalizado – deve ser preservado “todos os dias” pelo tempo necessário desde sua produção, independentemente de ser ou não permanente, a partir de uma política de preservação de documentos arquivísticos digitais. Portanto, fica a pergunta: Como é possível substituir um documento arquivístico original de forma definitiva sem a garantia de preservação do documento digitalizado?

Em minha avaliação, se o projeto de lei for publicado com a redação proposta, será instituído em um futuro próximo o caos administrativo e arquivístico nas instituições públicas, pois o que me preocupa neste momento não é somente o valor secundário (histórico e pesquisa) dos documentos arquivísticos digitalizados, mas também o funcionamento das instituições em um cenário de colapso – falha, descontinuidade, obsolescência etc. – dos sistemas informatizados. Neste caso, a falta de: políticas de preservação de documentos arquivísticos digitais; investimentos contínuos em recursos tecnológicos; e entendimento sobre a responsabilidade do arquivista como gestor e preservador dos documentos arquivísticos digitais, impõem sérios riscos aos sistemas informatizados e aos próprios documentos arquivísticos digitais, permitindo que fiquem obsoletos e sem prioridade na gestão pública, assim como aconteceu com os documentos arquivísticos em papel. Lembro que no “mundo digital” – quando não há políticas de gestão e preservação – o documento arquivístico digital pode ser perdido com a mesma facilidade que é produzido.

Considerando o contexto apresentado e a visão excessivamente legalista, burocrática e financeira adotada como fundamentação para publicação de tal legislação, gostaria de alertar a comunidade arquivística, as instituições públicas, as instituições de memória e a comunidade em geral sobre risco que corremos com a publicação desta lei.

Aproveito a nota para apresentar outras considerações que julgo fundamentais para discussão da Lei, são elas:

  • Utilização obrigatória de RDC-Arq para o arquivamento digital dos documentos arquivísticos digitalizados;
  • Aplicação dos Planos de Classificação de Documentos (PCD) e TTD nos documentos arquivísticos digitalizados da mesma forma que os documentos originais;
  • Estabelecimento de processos, normas e regulamentos de digitalização de documentos arquivísticos que garantam que o resultado do processo de digitalização e os metadados sejam confiáveis – visando a atribuição da presunção de autenticidade ao documento digitalizado;
  • Entendimento de que as instituições arquivísticas – baseadas em fé pública, processos, normas e regulamentos – poderão atribuir a presunção de autenticidade dos documentos arquivísticos digitalizados;
  • Tratamento dos documentos arquivísticos digitalizados da mesma forma que os natos digitais;
  • Entendimento que em hipótese alguma deve-se permitir a eliminação de documentos arquivísticos permanentes ou que em sua classificação sejam considerados permanentes.

Por esta nota, registro minha discordância ao projeto apresentado pelo Legislativo Federal sobre a digitalização e arquivamento de documentos em mídia ótica ou eletrônica, o PL Nº 7.920/2017, e sugiro que o projeto seja totalmente rediscutido com especialistas e instituições representativas das áreas de arquivologia e humanidades para que os problemas sejam sanados ou minimizados.

Campinas, 19 de julho de 2017.

Humberto Celeste Innarelli

Diretor Técnico Arquivo Edgard Leuenroth – AEL/IFCH/UNICAMP

Professor Associado Faculdade de Tecnologia de Americana – FATEC-AM/CEETEPS

Membro Correspondente Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos – CTDE/CONARQ

Doutor em Ciência da Informação Escola de Comunicação e Artes – ECA/USP

Pesquisador da temática sobre preservação de documentos arquivísticos digitais Desde 1999 – UNICAMP/USP/CONARQ/APE-SP

 

 

Convite_Palestra_Agosto

[Palestra] A documentação da OSUSP e seu recolhimento ao Arquivo Geral da USP

O Arquivo Geral da USP e a ARQ-SP convidam

A documentação da OSUSP e seu recolhimento ao Arquivo Geral da USP 

com Adriano de Castro Meyer

Apresentará as características do arquivo da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Discorrerá sobre o histórico do grupo, suas características e o conjunto documental produzido nos seus 40 anos de existência. Após o processamento da documentação produzida na Orquestra, o acervo classificado como de preservação permanente foi recolhido ao Arquivo Geral da USP em março de 2017. Comentará as espécies documentais encontradas, muitas delas exclusivas de arquivos musicais.

Sobre o palestrante: arquivista responsável pela reorganização do Arquivo da OSUSP, atualmente trabalha no Serviço de Arquivo do IEB-USP. Graduado em Música UFRGS, desenvolve pesquisa de pós-graduação na UNESP, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Castagna. Integrou várias orquestras sinfônicas no país, entre as quais a Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Jazz Sinfônica e OSESP. Obteve sua formação arquivística nos cursos do CEDIC da PUC-SP, da Associação de Arquivistas de São Paulo e do Arquivo do Estado.

Quando: 22 de agosto de 2017, às 14h.

Onde: Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo-SP (travessa da Av. Prof. Lineu Prestes, altura do Instituto de Ciências Biomédicas ICB-4)

Inscrições:  Gratuitas, abertas até o dia 20 de agosto

PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO, CLIQUE AQUI

 

Vagas limitadas

Será conferido certificado aos participantes 

Vagas para organização e digitalização de documentos em São Paulo

Atenção!

A empresa ISSX está selecionando profissionais para trabalhar em projeto de 01 (um) ano de duração, com possibilidade de prorrogação, na cidade de São Paulo. São 04 (quatro) vagas ao todo, das quais 03 (três) são para profissionais com experiência em trabalhos de organização de arquivos, e 01 (uma) vaga para operador de scanner.

O trabalho será realizado na região da Avenida Paulista e a entrevista será realizada no dia 20 de julho.

Os interessados deverão encaminhar seus currículos com a máxima urgência para Maria Rosângela da Cunha, no endereço <rosangelacunha@issx.com.br>

 

 

Banner_Palestra_Junho

[Palestra] Difusão em arquivos: difundir o quê?

O Arquivo Geral da USP e a ARQ-SP convidam

Difusão em Arquivos: difundir o quê? 

com Marcelo Antônio Chaves

A palestra proporá reflexão crítica sobre determinadas práticas de difusão em arquivos que subordinam o conteúdo da ciência arquivística ao discurso de outras disciplinas. Propõe caminhos para tornar a comunicação dos arquivos mais aderente ao perfil institucional e aos saberes produzidos na área específica.

Sobre o palestrante: graduado em História (2001), mestre(2005) e doutor em História Social (2009) pela UNICAMP. Especializou-se em Organização de Arquivos pelo IEB/USP, com experiência em documentação e organização de arquivo, elaboração de tabela de temporalidade e difusão em arquivos. Atualmente, dirige o Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Quando: 22 de junho de 2017, às 10h.

Onde: Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo-SP (travessa da Av. Prof. Lineu Prestes, altura do Instituto de Ciências Biomédicas ICB-4)

Quanto: Grátis

Inscrições:  INCRIÇÕES ENCERRADAS

Para fazer a sua inscrição, envie os seguintes dados para o e-mail cursos@arqsp.org.br:

  • Nome completo
  • Instituição em que estuda ou trabalha
  • E-mail e telefone para contato

 

Vagas limitadas

Será conferido certificado aos participantes 

JAP 02/17 – Gestão de Serviços Arquivísticos

COMUNICADO IMPORTANTE: A JAP Gestão de Serviços Arquivísticos será realizada mesmo que ocorra a greve geral prevista para o dia 30 de junho.

DATA: 30 de junho de 2017

HORÁRIO: das 9:00 às 18:00

LOCAL: Arquivo Histórico Municipal de São Paulo – Praça Cel. Fernando Prestes, 152, Bom Retiro, São Paulo – SP (próximo à estação Tiradentes do Metrô)

 

DOCENTE: Clarissa Schmidt é professora adjunta no Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense – UFF. Doutora em Ciência da Informação (2012) pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Sua Tese intitulada Arquivologia e a construção de seu objeto científico: trajetórias, concepções, contextualizações, foi a vencedora do II Prêmio Maria Odila Fonseca, oferecido pela AAB – Associação dos Arquivistas Brasileiros. Mestre em História Social (2005) e bacharel em Ciências Sociais (2001), ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sua experiência profissional é voltada à Gestão da Informação e de Documentos, Arquivos Permanentes e Memória Empresarial. É professora do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense – PPGCI/UFF e do Programa de Pós-graduação em Gestão de Documentos e Arquivos (PPGARQ) da UNIRIO, além de pertencer ao quadro diretivo da Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP), ocupando o cargo de vice-presidente.

 

OBJETIVOS: Apresentar aos alunos a caracterização dos Serviços Arquivísticos, a fundamentação de Sistemas e as políticas de arquivo. Introduzir noções de projetos e diagnóstico em arquivos, bem como análise dos serviços de arquivo na perspectiva de Centros de Serviços Compartilhados. Discutir a definição de catálogo de serviços de arquivo; exemplificar metas e indicadores em arquivos; fundamentar gestão de arquivos correntes e demonstrar serviços de protocolo. Orientar o tratamento de arquivo intermediário e a terceirização de guarda de acervo.

 

PÚBLICO-ALVO: profissionais gestores de arquivos e centros de memória de empresas e da administração pública, estudantes de graduação em Arquivologia, Administração e áreas afins, e demais interessados.

 

PROGRAMA: 

  • Conceitos de Sistemas, Políticas e Serviços de Arquivo.
  • Elaboração de Diagnósticos e Projetos em Arquivos.
  • Definição de Centro de Serviços Compartilhados e as relações com os serviços de Arquivo: catálogo de serviços, metas e indicadores.
  • A gestão de arquivos correntes e os serviços de protocolo.
  • Tratamento de arquivos intermediários e a terceirização da guarda de documentos: orientações e recomendações.

 

METODOLOGIA:  Aula expositiva dialogada com apresentação de slides; realização de exercício de simulação de situação real para discussão do conceitos apresentados.

 

INVESTIMENTO

Associados: Profissional – R$ 80,00 / Estudante – R$ 40,00

Não associados: Profissional – R$ 100,00 / Estudante – R$ 50,00

Empenho: Instituição associada – R$ 80,00 / Instituição não associada – R$ 100,00

(*) Associados deverão encaminhar cópia do comprovante de pagamento da anuidade 2017 para o e-mail <diretoria@arqsp.org.br>.

(**) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição é obrigatório anexar cópia de atestado de matrícula no sistema da Loja da ARQ-SP. 

(***) Pagamento por empenho: O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para Instituições em dia com a anuidade vigente. Entrar em contato com o e-mail <diretoria@arqsp.org.br> antes de fazer a inscrição.

Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja da ARQ-SP online. Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito (com opções de parcelamento).

Consulte também a opção COMBO para inscrição em SEMINÁRIO + JAP “Gestão de Serviços Arquivísticos”.

 

VAGAS LIMITADAS!

SERÃO CONFERIDOS CERTIFICADOS DE PARTICIPAÇÃO AOS ALUNOS.

A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ VINCULADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO.

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (www.arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP e clique na opção adequada, de acordo com a categoria informada.
  4. Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. Somente alunos de cursos técnicos e de graduação são considerados ESTUDANTES.
  6.  Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.

Seminário “Tipologia Documental em debate”

DATA: 29 de junho de 2017

HORÁRIO: das 14:00 às 18:00

LOCAL: Arquivo Histórico Municipal de São Paulo – Praça Cel. Fernando Prestes, 152, Bom Retiro, São Paulo – SP (próximo à estação Tiradentes do Metrô)

 

PROGRAMA

13:30 às 14:00 horas – Credenciamento

14:00 às 14:15 horas

Abertura – Luis Soares de Camargo (diretor do AHSP) e Ana Célia Navarro de Andrade (presidente da ARQ-SP)

 

14:20 às 17:50 horas

Mesa “Tipologia Documental em debate’

Coordenação: Ana Maria de Almeida Camargo (USP)

 

14:30 às 15:10 horas

Julia María Rodríguez Barredo (Grupo de Archiveros de Madrid e ANABAD)

La de tipología documental en los archivos municipales.”

 

15:15 às 15:55 horas

André Porto Ancona Lopez (UnB)

“A influência da tipologia documental do Grupo de Madrid no curso de Arquivologia da UnB.”

 

16:00 às 16:25 horas – Intervalo para café

 

16:30 às 17:10 horas

Heloísa Liberalli Bellotto (USP)

“Tipologia documental na teoria e na prática.”

 

17:15 às 17:45 horas – Espaço para perguntas

 

17:50 às 18:00 horas – Encerramento. Entrega dos certificados de participação.

 

 

INVESTIMENTO

Associados: Profissional – R$ 80,00 / Estudante – R$ 40,00

Não associados: Profissional – R$ 100,00 / Estudante – R$ 50,00

Empenho: Instituição associada – R$ 80,00 / Instituição não associada – R$ 100,00

(*) Associados deverão encaminhar cópia do comprovante de pagamento da anuidade 2017 para o e-mail <diretoria@arqsp.org.br>.

(**) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição é obrigatório anexar cópia do atestado de matrícula (JPG ou PDF).

(***) Pagamento por empenho: O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para Instituições em dia com a anuidade vigente. Entrar em contato com o e-mail <diretoria@arqsp.org.br> antes de fazer a inscrição.

 

Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja da ARQ-SP online. Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito (com opções de parcelamento).

Consulte também a opção COMBO para inscrição em SEMINÁRIO + JAP “Gestão de Serviços Arquivísticos”.

 

 

VAGAS LIMITADAS!

SÃO APENAS 70 LUGARES!

A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ VINCULADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO.

 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (www.arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP e clique na opção adequada, de acordo com a categoria informada.
  4. Realize a compra do evento, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. Somente alunos de cursos técnicos e de graduação são considerados ESTUDANTES.
  6.  Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.

Vaga para Arquivista

Empresa Klic Digitalização e Gerenciamento Eletrônico de Documentos.

 

Características do serviço:

  1. Elaboração do Código de Classificação de Documentos e Arquivo
  2. Aplicação da Tabela de Temporalidade de Documentos e Arquivo
  3. Organização Física dos Acervos Arquivísticos
  4. Destinação para Guarda e Descarte

 

Natureza dos documentos: Administrativos, Fiscais e Jurídicos

Tamanho do Arquivo: Pequeno

 

Local de Trabalho: Franco da Rocha – Próximo à estação de Trem- CPTM

Horário de trabalho: Comercial  – Das 8:00 às 17:30

Salário: entre R$ 1.000 e R$ 1.200,00

Benefícios: Transporte e Alimentação

Período de Contratação: de 30 a 45 dias.

Qualificação: Profissional com experiência como Arquivista.

Formação: Superior completo ou cursando Arquivologia ou áreas afins.

Prazo para seleção: 15 dias.

Local da empresa contratante: Avenida Nordestina, 908, Sala 02 – São Miguel Paulista – SP

Email para envio de currículos: contato@klicdigitalizacao.com.br

Responsável pela vaga: Gabriel Lopes.

 

Banner - JAP - Marcia Pazin

Produção documental e memória organizacional

DATA: 29 de maio de 2017

HORÁRIO: das 9:00 às 18:00

LOCAL: Arquivo Histórico Municipal de São Paulo – Praça Cel. Fernando Prestes, 152, Bom Retiro, São Paulo – SP (próximo à estação Tiradentes do Metrô)

 

DOCENTE: Marcia Pazin é professora do curso de Arquivologia da UNESP- Campus Marília. Doutora e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), bacharel em História pela mesma universidade. Especialista em Organização de Arquivos, pelo IEB/USP. Durante mais de 20 anos atuou como consultora em projetos de implantação e gerenciamento de arquivos. Foi docente no curso de pós-graduação em Gestão Arquivística da Fundação Escola de Sociologia e Política-FESPSP e do curso de Especialização em Organização de Arquivos do Instituto de Estudos Brasileiros-IEB/USP. É autora de diversos artigos e do livro “Arquivos de organizações privadas: funções administrativas e tipos documentais”.

 

OBJETIVOS: Apresentar aos alunos os conceitos de memória organizacional e memória institucional como instrumentos de gestão da informação orgânica. Explicitar a relação existente entre a etapa de análise da produção documental, como procedimento da gestão documental e a construção da memória organizacional das instituições.

PÚBLICO-ALVO: profissionais gestores de arquivos e centros de memória, estudantes de graduação em áreas afins e demais interessados.

PROGRAMA: 

– O conceito de memória aplicado às organizações: memória institucional e memória organizacional;
– Estudo da produção documental como etapa da gestão documental;
– O conceito de informação orgânica: documentos de arquivo como fontes de informação;
– A construção da memória organizacional a partir do estudo da produção documental e dos fluxos formais e informais de informação.

METODOLOGIA:  Aula expositiva dialogada com apresentação de slides; realização de exercício de simulação de situação real para discussão do conceitos apresentados.

 

INVESTIMENTO

Associados: Profissional – R$ 80,00 / Estudante* – R$ 40,00

Não associados: Profissional – R$ 100,00 / Estudante – R$ 50,00

Empenho: Instituição associada – R$ 80,00 / Instituição não associada – R$ 100,00

(*) A categoria “estudante” destina-se a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou cursos técnicos. Alunos de pós-graduação, especialização e cursos livres devem se inscrever na categoria “profissional”. No ato da inscrição, é  preciso enviar cópia de atestado de matrícula para o e-mail diretoria@arqsp.org.br. 

(**) Pagamento por empenho: O desconto oferecido para associados será aplicado apenas para Instituições em dia com a anuidade vigente. Entrar em contato com o e-mail diretoria@arqsp.org.br antes de fazer a inscrição.

 

Formas de pagamento: O pagamento deverá ser realizado exclusivamente por meio da Loja da ARQ-SP online. Nossas cobranças são processadas pelo PagSeguro e você pode optar entre boleto bancário (à vista) ou cartão de crédito (com opções de parcelamento).

 

VAGAS LIMITADAS!

SERÃO CONFERIDOS CERTIFICADOS DE PARTICIPAÇÃO AOS ALUNOS.

 

A CONFIRMAÇÃO DA VAGA ESTÁ VINCULADA AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO.

 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE – INSCRIÇÃO:

  1. Faça o cadastro no site da Associação de Arquivistas de São Paulo (www.arqsp.org.br). Clique em MINHA CONTA no menu superior e preencha as informações solicitadas.
  2. Após realizar seu cadastro, saia do sistema para validar os dados.
  3. Acesse a LOJA da ARQ-SP e clique na opção adequada, de acordo com a categoria informada.
  4. Realize a compra do curso, seguindo o passo a passo informado pelo site.
  5. Somente alunos de cursos técnicos e de graduação são considerados ESTUDANTES.
  6.  Somente associados da ARQ-SP têm direito ao desconto referente a essa categoria.

[Palestra] Da base ao digital: interdição, liberdade de expressão e acesso público a informações de arquivo

O Arquivo Geral da USP e a ARQ-SP convidam

Palestras do Arquivo Geral da USP 

DA BASE AO DIGITAL: INTERDIÇÃO, LIBERDADE DE EXPRESSÃO E

ACESSO PÚBLICO AOS ARQUIVOS

com ANDREA LIMBERTO

Tratará das recentes iniciativas de transposição de informações de arquivo para ambientes digitais, com base especialmente nos principais conceitos de arquitetura da informação, com base em pesquisa de pós-doutoramento realizada na ECA-USP junto aos documentos do Arquivo Miroel Silveira.  Discutirá a possibilidade da aproximação entre termos feita de duas maneiras: na forma da constituição de um arquivo, em suas formas documentais mais tradicionais e, por outro lado, o acumulo de informações possibilitado nos ambientes digitais; e, num segundo momento, na forma de constituição de uma rede, como pode ser entendida a criação de banco de dados para a catalogação de documentos e, por outro lado, a própria rede mundial de computadores através da existência de marcadores (indexadores de busca).

 

Sobre a palestrante: Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, com a tese “Coincidências da Censura figuras de linguagem e subentendidos nas obras teatrais do Arquivo Miroel Silveira”.  Possui graduação em Jornalismo e mestrado em Ciências da Comunicação pela mesma instituição. É membro do grupo de pesquisa MidiATO Linguagem e Práticas Midiáticas (ECAUSP) e do Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura da USP (OBCOMUSP). Coordenadora do GP Intercom Comunicação, Mídias e Liberdade de Expressão. Seus principais interesses de pesquisa: mídias digitais, linguagem, discurso, interdição, liberdade de expressão, narrativas audiovisuais, imagem, jornalismo, moda e arte.

 

Quando: 24 de maio de 2017, às 14 horas

Onde: Arquivo Geral da USP. Rua Francisco dos Santos, 107, Cidade Universitária, São Paulo-SP (travessa da Av. Prof. Lineu Prestes, altura do Instituto de Ciências Biomédicas ICB-4)

Quanto: Grátis

 

INSCRIÇÕES

Para fazer a sua inscrição, envie os seguintes dados para o e-mail cursos@arqsp.org.br:

  • Nome completo
  • Instituição em que estuda ou trabalha
  • E-mail e telefone para contato

 

Vagas limitadas

Será conferido certificado aos participantes 

  • Associação de Arquivistas de São Paulo
    ARQ-SP
  • Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Térreo Sala N
    CEP: 05508-000 - São Paulo - SP
  • Telefone / Fax: (11) 3091-3795
    Email: contato@arqsp.org.br